DUETO


DUETO
Filipa Y Idoia

A colaboração entre as artistas iniciou em 2005. Estrearam Dueto no Festival Alkantara em 2006. A peça circulou por Portugal, Espanha, França e Brasil. Em 2009 criaram o projecto "Bicho eres un Bicho" livro que recolhe as cartas de Dueto e performance-banquete com a escritora Ixiar Rozas e o restaurante Mugaritz.

Para onde vamos?


PARA ONDE VAMOS?

Filipa FRancisco e Antóniopedro

DIA 14 Agosto
JARDIM DA ESTRELA, 19.00


Um solo de palavras e discursos reivindicativos.Frases de Maria Veleda são lançadas através de uma musicalidade da voz, num tom de convicção e luta. Música ao vivo persegue estes discursos de conteúdo político e social. Reivindicações muito actuais afinal conquistadas há muito pouco tempo por mulheres como esta.


A solo in words and protest speeches. Maria Veleda’s phrases are expressed through a vocal musicality in a tone of conviction and struggle. The demands that are expressed are very topical and were finally achieved a short time ago by women such as this.

filipafrancisco

E s p e c t á c u l o ≈ s how

para onde vamos?

video

Mientras Tanto


Mientras tanto
de Carlos Pez, Peter pleyer, Floren Duval, Filipa Francisco

Residência artística em TanzFabrik, Berlim, de 29 Março a 11 de Abril de 2010
Apresentação da colaboração artística, dia 10 de Abril, 20.30, Tanzfabrik

“mientras tanto” is a story about real-life superheroes, people who have no superpowers, but nonetheless challenge the world in which we live. They are common citizens who take on a superhero identity, create their own costumes and act against social injustice.

Yet, could it not be argued that these real-life superheroes are actually people who, feeling helpless, take refuge in their own fiction? Do not the stories we tell, the roles we play, the myths we create, materialise our inability to deal with our own reality?

This project consists, on the one hand, in a series of workshops that, with the public’s participation, will try to foster alternative ways of changing the world that surrounds us and, on the other, in the creation of a theatre show that, through interaction, explores the feeling of community(ies) and perceptions of democracy.

Para onde vamos?


filipa francisco/ antóniopedro
Dia 7 de Março de 2010/22h/ Fábrica Braço de Prata/Lisboa

SOLOS COM CONVICÇÃO, são um conjunto de trabalhos performáticos criados por seis bailarinas/criadoras pertencentes a uma jovem geração de artistas portuguesas. Tomam a História de algumas mulheres singulares e de forte personalidade do tempo da 1ª República, para a partir desta criarem pontos de vista próprios, coreográficos e dramatúrgicos.

São peças curtas de cariz contemporâneo prontas a habitar jardins, coretos, espaços de lazer e de ar livre.

A razão deste programa de solos femininos está na vontade de celebrar este grupo de mulheres carismáticas e corajosas, possuídas por uma energia por ventura semelhante à energia da dança. Souberam avançar no arranque do século, por um território, onde a voz masculina predominava e conquistaram com cautela e firmeza um lugar e uma presença. Esse lugar não se perdeu. Hoje muitas vezes sem darmos por isso, usufruímos dessas conquistas que valorizam de forma séria, o contributo feminino para a sociedade. Curiosamente, na História da Dança Ocidental, também foi e continua ainda a ser importante levantar esse género de voz. O discurso coreográfico está ainda arredado da atenção de muitos. Tomámos também por isso, o facto dos jardins terem ganho evidência durante a 1ª República, como lugares de encontro e debate público, de lazer colectivo e de descanso. Decidimos apresentar estes trabalhos nas relvas ou dentro de coretos, lugares por excelência de convergência artística, onde através dos tempos, as bandas filarmónicas tomaram o seu lugar, outra conquista de prática musical e comunitária deste tempo que se comemora.

Cada intérprete/ criadora seguiu um rumo. Um rumo seu, ora mais evidente na utilização de aspectos relativos à obra e personalidade de uma ou mais destas mulheres, ora optando por agarrar simplesmente aspectos, elementos marcantes e presentes nos seus percursos de vida e tratá-los de maneira evocatória e mais abstracta. Atmosferas, incidentes, sentimentos, caminhos, fatalidades e conquistas são algumas das pedras de toque destas peças novas também elas de alguma forma republicanas.

Madalena Victorino

Para onde vamos? É o título de um dos escritos de Maria Veleda. Esta frase representa para mim, o muito que as mulheres conquistaram, mas também o quanto ainda é necessário fazer, para assumirmos um papel cada vez mais presente em todos os campos da vida social e politica.

Foquei-me na figura da Maria Veleda, construindo uma performance onde as suas palavras se juntam a de outras de mulheres desta época. É uma peça que foca a ideia de discurso, onde o corpo está imerso em palavras (que ainda hoje são actuais). Ao longo da performance o público vai-se tornando em participante de um evento, que se vai construindo pouco a pouco, até se transformar e transformar o público em manifestantes.

Filipa Francisco

Concepção e direcção artística: Filipa Francisco

Co-criação e interpretação: Filipa Francisco e antóniopedro

Banda sonora: antóniopedro

Figurinos: Ainhoa Vidal

Fotografia: antóniopedro

Apoio: Associação Alkantara, Companhia Caótica, Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema, Departamento ANIM - Arquivo Nacional das Imagens em Movimento, Forum Dança, Fábrica Braço de Prata.

Agradecimentos: Patricia Francisco, Matthiew Réau, João Pinto, Miguel Pereira, Madalena Vitorino, Sara Moreira, Manuel Mozos, Joaquim Brito (Extrimage), Moz Carrapa.



®existir-२००८


CENTAMOSTRA
Dia - 14 de Setembro, 14.30 horas.


®existir-2008 apresentação documental.Filipa Francisco, Lara Soares, Joana Sá e Luís Martins. Área: Pluridisciplinar. Dia - 14 de Setembro, 14.30 horas.
Local- CENTA (estúdio)



Projecto pluridisciplinar de formação e criação artística contínua, desenvolvido no E. P. de Castelo Branco, concebido e coordenado pela coreógrafa Filipa Francisco, desde 2001. A metodologia cruza as artes performativas, as artes plásticas e a escrita, orientando-se para a construção de um “produto” que é apresentado publicamente, no final de cada ano. È um espaço de investigação na área da Dança para a Comunidade e, simultaneamente, motor de desenvolvimento pessoal e interpessoal dos reclusos envolvidos. Projecto único, em Portugal, tem conseguido aliar o respeito pelo tempo requerido num processo que respeita e potencia as características de cada pessoa e o fulgor da criação contemporânea - em 2006 a peça criada-“Nus Meio” estreou no Teatro Camões, em Lisboa.

CENTAMOSTRA propõe a criação de um espaço de proximidade entre a criação artística contemporânea e as populações e programadores locais. A programação tem um núcleo fixo constituído pelos projectos produzidos pelo CENTA em 2008 e pela colaboração com o Festival Urbano Pedras d’Água de Lisboa, através da apresentação de dois projectos e um núcleo flexível constituído pela apresentação de projectos ou do trabalho de criadores apoiados pelo Programa de Residências do CENTA - Margarida Mestre, Ana Martins, Mário Afonso, Sílvia Pinto Coelho, Simão Costa, Nuno Rebelo/ Marco Franco, Sofia Neuparth, Jorge Murteira, Elizabete Francisca/Miguel Pereira/Nicolaas Leach/Paula Frazão/Bruno Carvalho, Gonçalo Tocha e Jack Shamblin.

ÍMAN

Filipa Francisco, Wonderfull’s Kova M & convidados

Festa do Avante

6 de Setembro, 24.00 h





Íman é uma coreografia plena de energia e cor, fundada na riqueza cultural do bairro da Cova da Moura e na experiência contemporânea das intérpretes. Desfile surpreendente de emoções, Íman combina alegria, tensão, explosão, amizade, cuidado. Ao ritmo de um "batuko" moderno, somos "agarrados" pela entrega dos corpos à dança, pela força contagiante da mulher. Em Íman, com Rosy, Bibiana e as Wonderfull's Kova M, comprova-se que beleza é este entrelaçar de distintas experiências culturais.
No final da coreografia, é apresentado um vídeo documentário que desvela o processo criativo.

C.V


Coreographer and performer.

Estudied dance, improvisation, dramaturgy and psychology .

Worked with the following stage directors and choreographers: Joaquim Benite, João Garcia Miguel, Lúcia Sigalho, Francisco Camacho, Madalena Vitorino, Vera Mantero, Rui Nunes, Paula Castro e Silvia Real.

Founding member, with Bruno Cochat, of the Theater-Dance Company “A Torneira”.

Most relevant Works: “ Nu Meio” (in Turim, Italy. Mousonturm Theater, Frankfurt) “O Nariz do meu pai” (Festival Danças na Cidade and Acarte, Lisbon), “There i stand” (in Culturgest , Lisbon). “Reading of lists” in Al kantara Festival, Lisbon).

Since 2000 she develops the project Rexistir, A project of formation and creation with the inmates of the Castelo Branco prison.

  • http//numeio.blogspot.com
  • www.alkantara.com
  • www.festivalt.org
  • www.panoramafestival.com